Uma pequena reflexão

Durante minha vida sempre almejei uma maneira de triturar certas coisas (situações da vida) para que passassem na minha garganta e pudesse engoli-las (aceitá-las) com facilidade. Descobri que as mesmas não são para serem mastigadas (trituradas), mas engolidas inteiras, a exemplo de certos medicamentos que devem ser digeridos no íntimo pra curar a carne. Da mesma forma, certas situações que vivemos devemos engolir por inteiro, aceitar como são. É preciso que seja assim, não por causa do outro, mas por nossa própria causa e bem, para sermos curados e tratados no nosso interior, na nossa alma. Sendo assim, percebo que certas coisas não poderei mudar porque não existem para serem mudadas, mas vividas com humildade e gratidão pelo cuidado de Deus para a evolução da alma que é eterna. Este entendimento brilhou aos meus olhos e me levaram para outro nível que até então nunca havia alcançado. Mas agora sei como seguir uma direção que me permita vivenciar certas coisas que me é preciso. Com a força do bem, da luz, da graça e da sabedoria que vem de Deus, vou seguir na direção correta e me esforçar para alcançar os objetivos de minha missão aqui neste planeta. Perder esta oportunidade seria algo de extrema burrice e uma afronta ao evangelho de Cristo e à obra de sua Cruz.

A lei da semeadura

Você acredita em Deus?

Não importa! Sua crença não mudará a realidade dos fatos e das leis instituídas por Deus no universo. Uma das leis: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá. " (Galatas 6:7). Houve-se por aí muitas teorias sobre a lei da semeadura e muitas distorções sobre tal assunto. Entretanto, a lei da semeadura, é real e ninguém pode fugir dela. Ela é tal qual são as leis da física. São leis implantadas pelo Criador do universo. A vida é um vasto campo coberto de terra fértil. Tudo que se planta, nasce.

Conheça um pouco mais sobre Jesus

Recomendo o site:
Muito interessante para você que crê em Jesus (como eu!). Mas também para você que é cético ou tem duvidas sobre Ele. Vale a pena visitar a página!

Silêncio profético na igreja

Um silêncio deprimente se abateu sobre a tenda dos profetas. Enquanto isso, os atalaias do engano, aqueles que sabem muito bem distribuir sutis lisonjas, fazendo sempre aquilo que o homem quer, sempre almejando posições e lugares nas luzes dos palcos, vão se promovendo como vozes da verdade, mesmo que vomitando mentiras constantemente. Enquanto isso a igreja mantem em cárceres os profetas de Deus, para que não abram suas bocas e falem o que Deus quer dizer e o que os homens não querem ouvir. É como na época de Elias, Jezabel vai mantendo em buracos escuros os atalaias do Senhor. Sedutora como sempre, usando de artifícios enganadores, palavras distorcidas, luzes hipnotizantes, danças enebriantes e o orgulho da fama, Jezabel segue dominando àqueles que deveriam dominar. Mas isso não vai perdurar! Não vai! Não pode! Ainda, um dia, as máscaras cairão e a tampa da panela será removida. Que o Senhor Deus tenha misericórdia de nós! Amém.

Mágoa, o cárcere da alma

O ato de perdoar, inicialmente, dá uma impressão de prejuízo total ao que perdoa, porque ele foi ofendido e se sente no direito de se vingar e/ou de se sentir magoado. Mas ao liberar perdão, o lucro é total do perdoador, dado a grande libertação que ele recebe ao se desligar emocionalmente de seu ofensor. A mágoa em nada prejudica ao ofensor, mas exclusivamente ao magoado. A mágoa produz no magoado doenças de alma (angústia, ódio, tristeza, depressão, etc) e físicas (câncer, deficiência imunológica, úlcera, gastrite, etc.). Se você tem mágoa de alguém, livre-se desse mal, LIBERE PERDÃO! Sua mágoa nunca, nunca mesmo, poderá mudar o mal que seu ofensor lhe fez. Mas o seu PERDÃO poderá mudar a sua vida e livrar-te de grandes males. Quando você perdoa, independentemente do tamanho de sua dor, você está fazendo um ENORME bem a si próprio e não ao seu ofensor, mesmo que, de uma certa forma, seu ofensor também seja abençoado no seu nobre e corajoso ato de PERDOAR.
Leia a Bíblia e veja sobre este assunto em Mateus 18: 23 a 35.